COMPARTILHAR…COMPARTILHAMENTO…COMPARTILHADO

Com o inchaço das cidades, ideias como econômico, integração, e convívio de forma mais sustentável ganham força num mundo cada vez mais em rede, cenário que favorece o conceito do “compartilhamento”.

Os EUA, precursor da industrialização e do capitalismo, é quem difunde o compartilhamento, como o conceito do “coworking” – que são os escritórios (espaço e recursos) compartilhados por profissionais de diversas áreas de atuação.

Criador do primeiro espaço de coworking, Brad Neuberg, engenheiro de software, foi também quem criou o termo “coworking” (em 2005), quando profissionais independentes se reuniram e criaram uma comunidade que os beneficiasse, seja por meio da troca de conhecimentos, networking ou pelo simples prazer de ter alguém para conversar. Afinal, sua essência está na troca de experiências e muito networking.

Hoje são milhares de coworkings espalhados pelo mundo!

Outra tendência norte americana é o compartilhamento de carros que começou a se popularizar em 2010 com as facilidades que surgiram das tecnologias de conexão. Em Los Angeles esse modelo é muito difundido e tem servido como exemplo para outras cidades.

As bicicletas também são compartilhadas e já virou tendência em vários países. Segundo o Guia de Planejamento de Sistemas de Bicicletas Compartilhadas, publicado pelo ITDP (Instituto de Políticas de Transporte & Desenvolvimento), os maiores sistemas se encontram na China, nas cidades de Hangzhou e Xangai. Em Paris, Londres e Washington, D.C., sistemas de grande sucesso ajudaram a promover o ciclismo como opção viável e valiosa de transporte.

Para o arquiteto paulistano Ruy Ohtake, o (saber do) compartilhamento de espaços urbanos, além de valorizar as relações sociais, vai ao encontro da atitude das pessoas, o conjunto das culturas, os desafios das regiões mais carentes. Ohtake define a cidade contemporânea como um caldeirão de culturas – de participação e acesso coletivo.

Esse cenário complexo e cheio de possibilidades traz em comum novos modelos de negócio ($), e que também podem agregar valores em benefício do planejamento sustentável das cidades.

E você, quer compartilhar o que?

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